VEREADORES FILIADOS AOS GRANDES PARTIDOS EM MOSSORÓ VÃO INICIAR UM "SALVE-SE QUEM PUDER"

03 de Outubro de 2019 | 10:49hs

Os vereadores mossoroenses filiados aos grandes partidos estão extremamente preocupados com a falta de empenho dos líderes na solução do problema das filiações e alianças para 2020.

Conversei com vários e senti em todos um desapontamento pela falta de atenção.

No ano que vem será proibido coligação proporcional e cada sigla deverá sozinha ter candidatos suficientes para conseguir alcançar a quociente eleitoral e eleger representantes.

Enquanto alguns pequenos partidos estão fazendo o dever de casa e filiando pré-candidatos com potencial para ultrapassar a barreira do quociente, as grandes siglas assistem tudo de braços cruzados.

DEM, MDB, PP, PL, PSDB estão todos praticamente imobilizados. Sem pré-candidatos no número suficientes e sem capacidade de atrair novas filiações, os partidos ficam sem ação e podem levar os atuais vereadores de mandato a uma guerra do “salve-se quem puder”.

O PP só tem o vereador Francisco Carlos no mandato, a sigla não tem hoje pré-candidatos suficientes para fazer frente ao desafio do quociente eleitoral. O MDB com os mandatos de Alex Moacir e Izabel Montenegro vive o mesmo dilema. No DEM, Petras Vinícius estuda alternativas. O PL com Ozaniel Mesquita e o PSDB com Sandra Rosado estão na mesma dificuldade.

Os vereadores aguardam abril do ano que vem, na janela que será aberta para mudança de partido sem penalidade. O problema é que as siglas pequenas e mais organizadas não querem nem ouvir falar em receber vereadores de mandato como filiados.

Tudo indica que breve teremos uma corrida maluca de vereadores em busca de espaços em novas siglas para salvarem seus mandatos.

O desafio é descer goela abaixo onde a resistência é grande.

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VEREADORES FILIADOS AOS GRANDES PARTIDOS EM MOSSORÓ VÃO INICIAR UM "SALVE-SE QUEM PUDER"

03 de Outubro de 2019 | 10:49hs
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Os vereadores mossoroenses filiados aos grandes partidos estão extremamente preocupados com a falta de empenho dos líderes na solução do problema das filiações e alianças para 2020.

Conversei com vários e senti em todos um desapontamento pela falta de atenção.

No ano que vem será proibido coligação proporcional e cada sigla deverá sozinha ter candidatos suficientes para conseguir alcançar a quociente eleitoral e eleger representantes.

Enquanto alguns pequenos partidos estão fazendo o dever de casa e filiando pré-candidatos com potencial para ultrapassar a barreira do quociente, as grandes siglas assistem tudo de braços cruzados.

DEM, MDB, PP, PL, PSDB estão todos praticamente imobilizados. Sem pré-candidatos no número suficientes e sem capacidade de atrair novas filiações, os partidos ficam sem ação e podem levar os atuais vereadores de mandato a uma guerra do “salve-se quem puder”.

O PP só tem o vereador Francisco Carlos no mandato, a sigla não tem hoje pré-candidatos suficientes para fazer frente ao desafio do quociente eleitoral. O MDB com os mandatos de Alex Moacir e Izabel Montenegro vive o mesmo dilema. No DEM, Petras Vinícius estuda alternativas. O PL com Ozaniel Mesquita e o PSDB com Sandra Rosado estão na mesma dificuldade.

Os vereadores aguardam abril do ano que vem, na janela que será aberta para mudança de partido sem penalidade. O problema é que as siglas pequenas e mais organizadas não querem nem ouvir falar em receber vereadores de mandato como filiados.

Tudo indica que breve teremos uma corrida maluca de vereadores em busca de espaços em novas siglas para salvarem seus mandatos.

O desafio é descer goela abaixo onde a resistência é grande.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br