PESQUISAS ELEITORAIS NESTE MOMENTO PRECISAM SERVIR PARA MEDIR POTENCIAL

14 de Maio de 2019 | 11:43hs

As pesquisas eleitorais feitas nesse momento, quando estamos ainda a 1 ano e 5 meses da eleição municipal de 2020,  mais do que investigar intenção de voto do eleitor, precisa tentar entender o pensamento mediano deste eleitor.

Com relação aos candidatos, as pesquisas indicam agora o potencial que cada um tem hoje, mas precisa indicar também como esse percentual pode progredir ou regredir ao longo do processo.

A rejeição deste nomes e seus motivos são importantes para se dimensionar o tamanho do voo que cada pré-candidato pode alçar.

Quando se analisa, por exemplo, a imagem que o eleitor tem hoje de Rosalba como gestora e o nível de confiança na sua capacidade administrativa, tem-se uma projeção mais real do potencial que ele terá em 2020.

Rosalba nunca esteve nas pesquisas eleitorais que antecedem os pleitos, com uma margem de intenções de voto tão baixa, mas isso é consolidado ou é uma situação apenas momentânea? A imagem dela é negativa ou positiva em qual profundidade? Qual o nível de intenção de voto consolidada, rejeição consolidada e os que admitem rever posição em relação a ela? Tudo isso são questões qualitativas a serem vistas agora pelas pesquisas.

No caso de Tião Couto, outro exemplo, é entender a visão que o eleitor tem dele após participar no pleito passado numa chapa com Robinson Faria. Aumentou a rejeição por causa disso ou não? Em qual nível de profundidade?

Perguntar ao eleitor em quem certamente ele votará, em quem ele pode votar e em quem ele não vota de jeito nenhum ajudam na medição desse potencial.

Não é tão significativo a margem de votos que o pré-candidato tem hoje, mas até onde ele pode chegar no dia do pleito.

Portanto, olhemos as pesquisas sempre com esse olhar projetado à frente.

Pesquisa é uma fotografia de momento, projetar o futuro sobre essa fotografia atual é o desafio.

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PESQUISAS ELEITORAIS NESTE MOMENTO PRECISAM SERVIR PARA MEDIR POTENCIAL

14 de Maio de 2019 | 11:43hs
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As pesquisas eleitorais feitas nesse momento, quando estamos ainda a 1 ano e 5 meses da eleição municipal de 2020,  mais do que investigar intenção de voto do eleitor, precisa tentar entender o pensamento mediano deste eleitor.

Com relação aos candidatos, as pesquisas indicam agora o potencial que cada um tem hoje, mas precisa indicar também como esse percentual pode progredir ou regredir ao longo do processo.

A rejeição deste nomes e seus motivos são importantes para se dimensionar o tamanho do voo que cada pré-candidato pode alçar.

Quando se analisa, por exemplo, a imagem que o eleitor tem hoje de Rosalba como gestora e o nível de confiança na sua capacidade administrativa, tem-se uma projeção mais real do potencial que ele terá em 2020.

Rosalba nunca esteve nas pesquisas eleitorais que antecedem os pleitos, com uma margem de intenções de voto tão baixa, mas isso é consolidado ou é uma situação apenas momentânea? A imagem dela é negativa ou positiva em qual profundidade? Qual o nível de intenção de voto consolidada, rejeição consolidada e os que admitem rever posição em relação a ela? Tudo isso são questões qualitativas a serem vistas agora pelas pesquisas.

No caso de Tião Couto, outro exemplo, é entender a visão que o eleitor tem dele após participar no pleito passado numa chapa com Robinson Faria. Aumentou a rejeição por causa disso ou não? Em qual nível de profundidade?

Perguntar ao eleitor em quem certamente ele votará, em quem ele pode votar e em quem ele não vota de jeito nenhum ajudam na medição desse potencial.

Não é tão significativo a margem de votos que o pré-candidato tem hoje, mas até onde ele pode chegar no dia do pleito.

Portanto, olhemos as pesquisas sempre com esse olhar projetado à frente.

Pesquisa é uma fotografia de momento, projetar o futuro sobre essa fotografia atual é o desafio.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br