OPOSIÇÃO EM MOSSORÓ ARRASTA CONVERSAS SEM DEFINIÇÕES, ENQUANTO ROSALBA REINA SOZINHA NO PROCESSO SUCESSÓRIO

06 de Setembro de 2019 | 09:42hs

Os partidos de oposição em Mossoró que estão conversando acerca da construção de um programa de governo conjunto e que sinalize para um consenso em torno de um nome para disputar a Prefeitura, estão perdendo um tempo precioso para a fixação deste nome no imaginário popular.

Várias alternativas povoam as análises políticas dos formadores de opinião, contudo, de concreto mesmo, a informação que chega ao eleitor na ponta final, é de que Rosalba Ciarlini será candidata mais uma vez.

Entre os nomes da oposição, o senso comum que se tem é de é ou não é, pode ser, talvez, quem sabe.

Pode-se dizer com certeza que hoje só existe uma candidata no cenário e no qual o eleitor pode se fixar. Rosalba.

Entre os nomes da oposição (Jorge, Alysson, Isolda, Gutemberg, Cláudia, Dr. Daniel), todos sem exceção precisam ser trabalhados, moldados, divulgados. O eleitor não sabe definir o que pensam, o que defendem.

Sem um nome para ser levado aos formadores de opinião e ao conhecimento popular, perde-se um tempo valioso em que só uma postulante subiu no palco e reina por lá sozinha.

Além do conhecimento do grande público sobre quem será este ungido para o enfrentamento com Rosalba, perde-se tempo com a falta de defesa de propostas.

Embora seja aceitável que a escolha de um nome de oposição seja um processo complicado, lento, nada impede que os devidos sinalizadores indiquem o rumo que se está tomando.

Nada impede que se utilize o período pré-eleitoral, permitido por lei, para discutir propostas, explicar projetos e apresentar soluções. Tudo isso com a devida projeção do nome que se deseja promover.

Se deixar para abril ou maio do ano que vem a escolha deste nome, novamente a oposição fará uma campanha “apressada” correndo contra o tempo para divulgar propostas e pensamentos nos poucos minutos dos programas eleitorais. Lutando para chegar ao dia da eleição com ao menos o eleitor descobrindo que fulano é o candidato.

 

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OPOSIÇÃO EM MOSSORÓ ARRASTA CONVERSAS SEM DEFINIÇÕES, ENQUANTO ROSALBA REINA SOZINHA NO PROCESSO SUCESSÓRIO

06 de Setembro de 2019 | 09:42hs
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Os partidos de oposição em Mossoró que estão conversando acerca da construção de um programa de governo conjunto e que sinalize para um consenso em torno de um nome para disputar a Prefeitura, estão perdendo um tempo precioso para a fixação deste nome no imaginário popular.

Várias alternativas povoam as análises políticas dos formadores de opinião, contudo, de concreto mesmo, a informação que chega ao eleitor na ponta final, é de que Rosalba Ciarlini será candidata mais uma vez.

Entre os nomes da oposição, o senso comum que se tem é de é ou não é, pode ser, talvez, quem sabe.

Pode-se dizer com certeza que hoje só existe uma candidata no cenário e no qual o eleitor pode se fixar. Rosalba.

Entre os nomes da oposição (Jorge, Alysson, Isolda, Gutemberg, Cláudia, Dr. Daniel), todos sem exceção precisam ser trabalhados, moldados, divulgados. O eleitor não sabe definir o que pensam, o que defendem.

Sem um nome para ser levado aos formadores de opinião e ao conhecimento popular, perde-se um tempo valioso em que só uma postulante subiu no palco e reina por lá sozinha.

Além do conhecimento do grande público sobre quem será este ungido para o enfrentamento com Rosalba, perde-se tempo com a falta de defesa de propostas.

Embora seja aceitável que a escolha de um nome de oposição seja um processo complicado, lento, nada impede que os devidos sinalizadores indiquem o rumo que se está tomando.

Nada impede que se utilize o período pré-eleitoral, permitido por lei, para discutir propostas, explicar projetos e apresentar soluções. Tudo isso com a devida projeção do nome que se deseja promover.

Se deixar para abril ou maio do ano que vem a escolha deste nome, novamente a oposição fará uma campanha “apressada” correndo contra o tempo para divulgar propostas e pensamentos nos poucos minutos dos programas eleitorais. Lutando para chegar ao dia da eleição com ao menos o eleitor descobrindo que fulano é o candidato.

 

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br