ELEIÇÕES 2020 EM BARAÚNA: ISOARES É A NOVIDADE E PODE ATRAPALHAR REELEIÇÃO DE LÚCIA. DIVANISE NÃO COMETERÁ MESMOS ERROS

20 de Setembro de 2019 | 10:36hs

A eleição municipal em 2020 em Baraúna está se desenhando com muitas variáveis que podem confundir a cabeça dos eleitores.

Inicialmente sabe-se que a prefeita Lúcia de Aldivon será candidata natural a reeleição. O enfrentamento mais previsível será contra Divanise, candidata derrotada por Lúcia na eleição passada, mas que destra vez traz a lição dos erros cometidos no pleito anterior e conta com um desgaste natural de quem está na gestão.

A grande diferença na eleição de 2020 em Baraúna, num eventual enfrentamento de Lúcia e Divanise, é que a atual prefeita virou vidraça. Se Lúcia surfou em 2016 nas promessas da novidade, dessa vez será confrontada com os erros de sua gestão.  Divanise vem de estilingue na mão, pronta para apontar esses erros.

Sempre sem esquecer que em 2016, menos de dois pontos no resultado final, separaram Lúcia de Divanise.

A informação que tenho de Baraúna é que Saldanha, que obteve em 2016, 21% dos votos para prefeito, garante que será candidato mais uma vez e desta vez disposto a chegar a Prefeitura de qualquer jeito.

A grande novidade é a possível candidatura de Isoares Martins, já devidamente liberado pela Justiça Eleitoral para disputar o próximo pleito. Ele tem dito por onde anda que será candidato em 2020, haja o que houver.

A presença de Isoares no pleito dificulta e muito a pretensão de reeleição de Lúcia, porque os dois sempre foram ocupantes de um mesmo polo na política de Baraúna. Se os dois forem candidatos vão disputar o mesmo nicho do eleitorado. Um tira do outro.

Não há no momento luz no fim do túnel para que Lúcia e Isoares fumem o cachimbo da paz. Os dois se mostram irredutíveis sobre possível candidatura. A birra pode levar a uma derrota eleitoral conjunta.

Isoares já chegou a propor a Lúcia e seu esposo Aldivon que a escolha do candidato seja feita através de uma pesquisa isenta. Aldivon não topou a proposta e ofereceu a vaga de vice para que haja uma aliança, porém, Isoares recusou.

A eleição em Baraúna no ano que vem com seus quatro pré-candidatos é uma incógnita. Incerteza completa. Não há favoritos. Todos fortes, mas nenhum favorito.

Sinal de que em Baraúna, viveremos fortes emoções em 2020.

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ELEIÇÕES 2020 EM BARAÚNA: ISOARES É A NOVIDADE E PODE ATRAPALHAR REELEIÇÃO DE LÚCIA. DIVANISE NÃO COMETERÁ MESMOS ERROS

20 de Setembro de 2019 | 10:36hs
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A eleição municipal em 2020 em Baraúna está se desenhando com muitas variáveis que podem confundir a cabeça dos eleitores.

Inicialmente sabe-se que a prefeita Lúcia de Aldivon será candidata natural a reeleição. O enfrentamento mais previsível será contra Divanise, candidata derrotada por Lúcia na eleição passada, mas que destra vez traz a lição dos erros cometidos no pleito anterior e conta com um desgaste natural de quem está na gestão.

A grande diferença na eleição de 2020 em Baraúna, num eventual enfrentamento de Lúcia e Divanise, é que a atual prefeita virou vidraça. Se Lúcia surfou em 2016 nas promessas da novidade, dessa vez será confrontada com os erros de sua gestão.  Divanise vem de estilingue na mão, pronta para apontar esses erros.

Sempre sem esquecer que em 2016, menos de dois pontos no resultado final, separaram Lúcia de Divanise.

A informação que tenho de Baraúna é que Saldanha, que obteve em 2016, 21% dos votos para prefeito, garante que será candidato mais uma vez e desta vez disposto a chegar a Prefeitura de qualquer jeito.

A grande novidade é a possível candidatura de Isoares Martins, já devidamente liberado pela Justiça Eleitoral para disputar o próximo pleito. Ele tem dito por onde anda que será candidato em 2020, haja o que houver.

A presença de Isoares no pleito dificulta e muito a pretensão de reeleição de Lúcia, porque os dois sempre foram ocupantes de um mesmo polo na política de Baraúna. Se os dois forem candidatos vão disputar o mesmo nicho do eleitorado. Um tira do outro.

Não há no momento luz no fim do túnel para que Lúcia e Isoares fumem o cachimbo da paz. Os dois se mostram irredutíveis sobre possível candidatura. A birra pode levar a uma derrota eleitoral conjunta.

Isoares já chegou a propor a Lúcia e seu esposo Aldivon que a escolha do candidato seja feita através de uma pesquisa isenta. Aldivon não topou a proposta e ofereceu a vaga de vice para que haja uma aliança, porém, Isoares recusou.

A eleição em Baraúna no ano que vem com seus quatro pré-candidatos é uma incógnita. Incerteza completa. Não há favoritos. Todos fortes, mas nenhum favorito.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br