DILEMA DOS PRÉ-CANDIDATOS: QUAL O PARTIDO QUE NÃO IRÁ VIRAR A MESA NA ÚLTIMA HORA?

08 de Julho de 2019 | 12:31hs

Via de regra no Brasil (e no nosso Rio Grande do Norte não poderia ser diferente), a opção por uma filiação partidária é um risco. Risco por apostar numa linha de atuação política que muda ao saber do vento e risco porque o partido muda de dono como se muda de lance num leilão.

Isso acontece porque ninguém se filia a partido pensando em suas bandeiras políticas, mas para tocar um projeto político pessoal. E os partidos não exigem fidelidade aos seus postulados, aceita qualquer um conforme a conveniência.

Tem sido comum os movimentos de idas e vindas das filiações partidárias, produzido por negociações inconfessáveis feitas entre quatro paredes.

A começar dos comandos dos partidos. Os dirigentes municipais e estaduais, principalmente das siglas de menor porte, mudam com uma frequência absurda.

É um grande risco entregar-se num projeto político confiando na fidelidade dos dirigentes de um partido.

Diante desta realidade, o que farão os pré-candidatos de 2020 que estão neste momento quebrando cabeça em torno de uma filiação partidária confiável?

O prazo mínimo legal de filiação exigido na lei eleitoral é de seis meses antes da realização do pleito, ou seja, até 03 de abril de 2020.

Com estas oscilações e riscos nas filiações partidárias, o melhor caminho é de aguardar o máximo possível antes da definição para não ser vítimas de alguma reviravolta no partido. Mas é preciso escolher bem pra não errar feio e se meter num caminho sem volta.

Como se tratam de eleições diferenciadas com o fim das coligações nas chapas proporcionais, a sabedoria manda escolher um partido que esteja com um projeto eleitoral bem organizado e com pessoas confiáveis no comando da sigla.

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DILEMA DOS PRÉ-CANDIDATOS: QUAL O PARTIDO QUE NÃO IRÁ VIRAR A MESA NA ÚLTIMA HORA?

08 de Julho de 2019 | 12:31hs
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Via de regra no Brasil (e no nosso Rio Grande do Norte não poderia ser diferente), a opção por uma filiação partidária é um risco. Risco por apostar numa linha de atuação política que muda ao saber do vento e risco porque o partido muda de dono como se muda de lance num leilão.

Isso acontece porque ninguém se filia a partido pensando em suas bandeiras políticas, mas para tocar um projeto político pessoal. E os partidos não exigem fidelidade aos seus postulados, aceita qualquer um conforme a conveniência.

Tem sido comum os movimentos de idas e vindas das filiações partidárias, produzido por negociações inconfessáveis feitas entre quatro paredes.

A começar dos comandos dos partidos. Os dirigentes municipais e estaduais, principalmente das siglas de menor porte, mudam com uma frequência absurda.

É um grande risco entregar-se num projeto político confiando na fidelidade dos dirigentes de um partido.

Diante desta realidade, o que farão os pré-candidatos de 2020 que estão neste momento quebrando cabeça em torno de uma filiação partidária confiável?

O prazo mínimo legal de filiação exigido na lei eleitoral é de seis meses antes da realização do pleito, ou seja, até 03 de abril de 2020.

Com estas oscilações e riscos nas filiações partidárias, o melhor caminho é de aguardar o máximo possível antes da definição para não ser vítimas de alguma reviravolta no partido. Mas é preciso escolher bem pra não errar feio e se meter num caminho sem volta.

Como se tratam de eleições diferenciadas com o fim das coligações nas chapas proporcionais, a sabedoria manda escolher um partido que esteja com um projeto eleitoral bem organizado e com pessoas confiáveis no comando da sigla.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br