DESCONFIANÇA SOBRE O PSL FAZ GRUPO DE OPOSIÇÃO EM MOSSORÓ FICAR NO MEIO DO CAMINHO

03 de Outubro de 2019 | 10:44hs

O núcleo de oposição que fez menção de se unir para enfrentar o rosalbismo em Mossoró na eleição do ano que vem, enfrenta nesse momento duas grandes dificuldades para seguir em frente com o projeto.

A primeira dificuldade é que os partidos, a exceção de poucos, estão tendo dificuldades para juntar as peças. Os projetos pessoais estão se sobrepondo ao projeto do grupo. O grupo fez uma tentativa de reunião na semana passada, mas não conseguiu reunir boa parte dos integrantes.

A segunda desconfiança resulta num olhar atravessado dos partidos em relação ao PSL. Há uma constatação feita de que quem manda no PSL do RN é o General Girão e todos acreditam que ele vai levar o partido para o palanque de Rosalba. O temor geral é que será pura perda de tempo investir numa junção com o PSL no bloco de oposição.

Nesta linha há também os que pensam que o PSL permanece ainda nos encontros dos partidos de oposição fazendo um jogo duplo, pensado por Carlos Augusto e Girão, que consiste em manter as aparências para desfalcar o grupo num momento mais crítico.

Considerando que o PT está fora da articulação desse grupo, restaria então como partidos de maior peso nesta aliança oposicionista apenas o PL e o Solidariedade. Alguns já falam na chapa Jorge e Lawrence para 2020 como opção para o embate.

A grande crítica que o movimento “oposição unida” está enfrentando neste momento é sua demora em montar o projeto, definir ações e sinalizar para o eleitor sobre nomes para disputar a Prefeitura.

Dentro do PL, Tião Couto e Jorge do Rosário, defendem a unidade oposicionista, sabedores de que a divisão de forças fortalece Rosalba. Mas os dois também tem dito que não vão entrar numa aventura, sem o respaldo necessário.

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DESCONFIANÇA SOBRE O PSL FAZ GRUPO DE OPOSIÇÃO EM MOSSORÓ FICAR NO MEIO DO CAMINHO

03 de Outubro de 2019 | 10:44hs
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O núcleo de oposição que fez menção de se unir para enfrentar o rosalbismo em Mossoró na eleição do ano que vem, enfrenta nesse momento duas grandes dificuldades para seguir em frente com o projeto.

A primeira dificuldade é que os partidos, a exceção de poucos, estão tendo dificuldades para juntar as peças. Os projetos pessoais estão se sobrepondo ao projeto do grupo. O grupo fez uma tentativa de reunião na semana passada, mas não conseguiu reunir boa parte dos integrantes.

A segunda desconfiança resulta num olhar atravessado dos partidos em relação ao PSL. Há uma constatação feita de que quem manda no PSL do RN é o General Girão e todos acreditam que ele vai levar o partido para o palanque de Rosalba. O temor geral é que será pura perda de tempo investir numa junção com o PSL no bloco de oposição.

Nesta linha há também os que pensam que o PSL permanece ainda nos encontros dos partidos de oposição fazendo um jogo duplo, pensado por Carlos Augusto e Girão, que consiste em manter as aparências para desfalcar o grupo num momento mais crítico.

Considerando que o PT está fora da articulação desse grupo, restaria então como partidos de maior peso nesta aliança oposicionista apenas o PL e o Solidariedade. Alguns já falam na chapa Jorge e Lawrence para 2020 como opção para o embate.

A grande crítica que o movimento “oposição unida” está enfrentando neste momento é sua demora em montar o projeto, definir ações e sinalizar para o eleitor sobre nomes para disputar a Prefeitura.

Dentro do PL, Tião Couto e Jorge do Rosário, defendem a unidade oposicionista, sabedores de que a divisão de forças fortalece Rosalba. Mas os dois também tem dito que não vão entrar numa aventura, sem o respaldo necessário.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br