A CONCLUSÃO POSSÍVEL APÓS IDAS E VINDAS SOBRE A POSSÍVEL PROPINA PAGA A FÁBIO E ROBINSON PELA JBS

12 de Agosto de 2017 | 12:01hs

Pelo que li e reli nos fatos noticiados nos últimos dias sobre a delação da JBS que envolveu o deputado Fábio Faria e o governador Robinson Faria, a situação é a seguinte:

A JBS diz que num jantar em que os envolvidos levaram as esposas, tratou-se de uma propina para Fábio e Robinson na ordem de 10 milhões de reais em troca da privatização da Caern.

Em sua defesa, Fábio apresentou uma gravação da esposa de Joesley Baytista em que ela diz que o jantar foi normal e que não houve nenhuma conversa sobre propina.

Em nota, a esposa de Joesley esclareceu oa ssunto dizendo que o jantar teve momentos em que todos estavam juntos e outros momentos em que as esposas foram para uma sala e os maridos para  outra sala.

Conclui-se daí que, pelo menos  diante das mulheres não houve conversa sobre propina, mas noutro ambiente, segundo os delatores o assunto foi tratado.

A prova cabal: os documentos bancários de transferências de valores e as notas fiscais frias emitidas que resultaram no repasse de R$ 10 milhões para o RN.

Com essas provas, difícil se contrapor apemnas com uma das esposas dizendo que não ouviu o assunto de propinas ser tratado.

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A CONCLUSÃO POSSÍVEL APÓS IDAS E VINDAS SOBRE A POSSÍVEL PROPINA PAGA A FÁBIO E ROBINSON PELA JBS

12 de Agosto de 2017 | 12:01hs
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Pelo que li e reli nos fatos noticiados nos últimos dias sobre a delação da JBS que envolveu o deputado Fábio Faria e o governador Robinson Faria, a situação é a seguinte:

A JBS diz que num jantar em que os envolvidos levaram as esposas, tratou-se de uma propina para Fábio e Robinson na ordem de 10 milhões de reais em troca da privatização da Caern.

Em sua defesa, Fábio apresentou uma gravação da esposa de Joesley Baytista em que ela diz que o jantar foi normal e que não houve nenhuma conversa sobre propina.

Em nota, a esposa de Joesley esclareceu oa ssunto dizendo que o jantar teve momentos em que todos estavam juntos e outros momentos em que as esposas foram para uma sala e os maridos para  outra sala.

Conclui-se daí que, pelo menos  diante das mulheres não houve conversa sobre propina, mas noutro ambiente, segundo os delatores o assunto foi tratado.

A prova cabal: os documentos bancários de transferências de valores e as notas fiscais frias emitidas que resultaram no repasse de R$ 10 milhões para o RN.

Com essas provas, difícil se contrapor apemnas com uma das esposas dizendo que não ouviu o assunto de propinas ser tratado.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br