ARGENTINOS FAZEM NOVO PROTESTO CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA NO CONGRESSO

18 de Dezembro de 2017 | 17:00hs

Grupos de manifestantes entraram em confronto nesta segunda-feira com a polícia nos arredores do Congresso Nacional em Buenos Aires, na Argentina, lançando pedras e garrafas contra os policiais, a poucos minutos do início da sessão legislativa na qual o governo pretende aprovar uma reforma do sistema de previdência que conta com grande rejeição política e social. A informação é da EFE.

A situação deixou dois agentes feridos, segundo fontes oficiais. Para o dispositivo policial mobilizado nas proximidades da Câmara de Deputados, uma juíza reiterou hoje que deve ser aplicada a lei que proíbe o uso de armas de fogo para conter as manifestações, e insistiu que as balas de borracha só deverão ser usadas em determinadas condições e a uma distância que "evite possíveis consequências nocivas para os manifestantes".

Além disso, a polícia de Buenos Aires, que responde ao governo local, é quem está à frente do dispositivo de segurança, e não a Gendarmaria - uma força de natureza militar que responde ao Executivo nacional. Isto depois da controvérsia gerada na quinta-feira, quando o projeto seria discutido em outra sessão, e ocorreu um enfrentamento entre gendarmes e manifestantes que deixou dezenas de feridos e vários detidos.

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ARGENTINOS FAZEM NOVO PROTESTO CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA NO CONGRESSO

18 de Dezembro de 2017 | 17:00hs
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Grupos de manifestantes entraram em confronto nesta segunda-feira com a polícia nos arredores do Congresso Nacional em Buenos Aires, na Argentina, lançando pedras e garrafas contra os policiais, a poucos minutos do início da sessão legislativa na qual o governo pretende aprovar uma reforma do sistema de previdência que conta com grande rejeição política e social. A informação é da EFE.

A situação deixou dois agentes feridos, segundo fontes oficiais. Para o dispositivo policial mobilizado nas proximidades da Câmara de Deputados, uma juíza reiterou hoje que deve ser aplicada a lei que proíbe o uso de armas de fogo para conter as manifestações, e insistiu que as balas de borracha só deverão ser usadas em determinadas condições e a uma distância que "evite possíveis consequências nocivas para os manifestantes".

Além disso, a polícia de Buenos Aires, que responde ao governo local, é quem está à frente do dispositivo de segurança, e não a Gendarmaria - uma força de natureza militar que responde ao Executivo nacional. Isto depois da controvérsia gerada na quinta-feira, quando o projeto seria discutido em outra sessão, e ocorreu um enfrentamento entre gendarmes e manifestantes que deixou dezenas de feridos e vários detidos.

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Sou jornalista há 28 anos, advogado e professor de História. Não sei se sou competente, mas sei que sou responsável com minhas tarefas.

netoqueiroz@uol.com.br